domingo, 20 de dezembro de 2009

até logo mais.

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a primavera já está chegando ao fim. só lhe resta algumas horas e pronto.
isso poderia soar triste, mas não é. pelo menos pra mim não, pois carrego comigo a certeza de que ano que vem tem mais (:
então, antes da última flor se abrir eu quero aproveitar melhor as que já se encontram abertas.
última/primeira estação.
nesse ano que já se encontra com os dias contados, eu aprendi a reparar mais e gostar mais de cada estação.
agora eu estou dizendo um até breve a senhorita primavera, e logo mais direi um olá bem caloroso pro verão (:
a primavera, diferente do comum não me trouxe flores novas. tá, mentira, pois ela trouxe várias. só que mais importante do que trazer novas flores, ela soube me ensinar a cuidar melhor das antigas. umas que eu já pensava não ter mais jeito. é, como sempre eu achando que tudo é o fim e pronto. preciso ser mais otimista.!
pois bem, vá pela sombra minha querida. e volte em breve com novos ramalhete de flores pra mim e para o meu amado (:

ao som de 'primavera - los hermanos' ♪
sim, eu lembrei do fii :)

# primavera soprando pr'um caminho mais feliz.

completo.

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- mas ligados no mesmo destino, um amor feito eu e você :B

sexta-feira, 18 de dezembro de 2009

preto/branco


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o preto e branco sempre chamou a minha atenção. tudo bem que eu gosto do colorido, mas o preto e branco parece ser tão original, sabe?!
não sei quem inventou as cores, mas desde que elas passaram a existir o preto e branco caiu no esquecimento. não estou dizendo que tal pessoa fez errado, até mesmo porque o colorido às vezes se faz necessário.
o preto e branco representa o simples. algo discreto.
o preto e branco tem um charme diferente.
o preto e branco não chama a atenção, mas prende a minha atenção.
o preto e branco deixa a foto mais bonita.
o preto e branco me deixa ver além da aparência 'perfeita'.
e é através do preto e branco que eu tenho visto você, com todas as falhas e erros, não fique preocupado, pois só quando descobrimos a verdade é que o sentimento se torna real. não garanto que esse sentimento irá durar ou se manifestar todos os dias, mas uma coisa é certa, ele existe agora, e isso é o que importa pra mim.

# às vezes tenho uma leve sensação de que estou apaixonada.

quinta-feira, 17 de dezembro de 2009

deixando/seguindo

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nada melhor que deixar tudo aqui e seguir em frente. com a mochila cheia de sonhos e planos.
deixar aqui os problemas que me impedem de dormir em paz.
deixar aqui as lamurias contínuas.
seguir em frente levando aquilo que faz meu coração acender e queimar.
seguir em frente fazendo o real virar sonho.
deixar aqui os pesadelos do presente.
deixar aqui as preocupações do passado.
seguir em frente projetando o ontem.
seguir pra esquerda e fazendo o meu 'certo'.
alguém afim de me fazer companhia?! (:

# o sentimento ainda é o mesmo, só que com outra roupa.

quarta-feira, 16 de dezembro de 2009

alone.

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entrei no cinema sozinha. ouvindo música no último volume - como sempre. tirei o livro da bolsa e coloquei os pés em cima da cadeira do lado, me senti em casa.
aos poucos outras pessoas foram chegando, cada um com o seu par e eu sozinha.
e é sempre assim que sou vista, sozinha.
não sei o que aconteceu comigo, pra falar a verdade não quero saber. cansei se ficar procurando respostas e razões pra tudo que me acontece. estou assim e pronto.
andar sozinha às vezes é necessário. tem gente que diz que é pra eu aprender a valorizar a companhia das pessoas, vásaber.
confesso que não sinto falta de alguém ao meu lado. mentira, eu sinto sim, mas não demonstro e nem procuro um alguém.
acho que o coração tá querendo um tempo pra ele.
eu gosto de estar acompanhada e de ser uma companhia pra alguém, só que eu acho que não sei mais fazer isso. quando estou com alguém, só meu corpo se encontra presente, pois meus pensamentos estão soltos e vagos. sinto que o meu sorriso já sai de um jeito forçado, coisa que eu não gosto. poderia dizer que esse é um dos tantos motivos que eu tenho pra querer ficar sozinha.
talvez o motivo maior seja a situação que eu estou vivendo, mas seria ridículo demais colocar toda a culpa nisso.
não pense que pelo fato de se encontrar sozinha eu sou triste, pelo contrário. tudo bem, existe aquele velho papo de que 'é impossível ser feliz sozinha(o)'. só se lembre que ser e estar são coisas diferentes, eu posso não estar feliz, mas eu sou feliz. quem sabe até um solitária feliz, acredite, pois de fato existe.

# se não for pra ser feliz é melhor largar.

terça-feira, 15 de dezembro de 2009

vinte três

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com um sorriso amarelo, foi assim que eu cheguei na porta da casa dela. estava afim de fazer uma surpresa, saber mais sobre ela. notei que estava tudo fechado e sem nenhuma luz acesa, confesso que pensei em voltar, mas não foi o que fiz.
toquei a campainha uma vez. duas vezes. dez vezes, mas só na vigésima terceira é que eu vi que uma luz se acendeu. sim, tinha alguém em casa.
fiquei ali, esperando então a porta se abrir.
lá estava ela, de pijama. descabelada e com remelas nos olhos. percebi que quando me viu rolou uma vergonha, o que explicava as bochechas vermelhas. senti um vontade enorme de fazer várias perguntas, mas consegui me segurar. demorei tanto pra conseguir me encontrar com ela, que eu não poderia simplesmente espantá-la com tantas perguntas.
- o que você quer?!
- nada.
- então por que diabos você está há horas na minha porta e ainda tocou milhares de vezes a minha campainha?!
sim, ela estava muito nervosa. o que não era novidade pra mim.
- primeiro, tem apenas vinte e três minutos que eu estou em frente a sua casa. e foram (só) vinte três vezes que eu toquei a sua campainha.
- que diferença faz?! já que você não quer nada eu vou entrar.
- você nem chegou a sair ... será que eu posso entrar, ou quem sabe você possa sair ...
antes mesmo deu terminar a frase ela já estava no portão, abrindo o cadeado. não fez nenhum convite, só abriu e virou as costas. fiquei ali parado, sem saber se a seguia ou não. ela não olhou pra trás, seguiu em frente e entrou. então percebi que sim, era pra eu ir.
abri o portão e entrei. quando cheguei na porta vi que a sala estava vazia e bagunçada. ouvi um grito:
- pode sentar, só tome cuidado com as coisas que estão espalhadas, não pise em nada.
essas coisas eram recortes e mais recortes. de revistas/jornais/livros. tinha papel/cola/tesoura espalhados pela casa toda. com todo o cuidado possível eu entrei e me sentei.
depois de vinte três minutos esperando sentado, ela apareceu. de cabelos presos, olhos lavados e um hálito de morango.
- então, como descobriu onde eu morava?!
- foi fácil. eu já sabia.
- você é algum espião?!
(um sorriso se abriu)
- não. só um curioso.
- tá, que seja. o que você quer?!
- acho que a pergunta certa seria: o que eu quero contigo.
(bochechas rosas, um silêncio)
- desculpa-me. não queria te deixar assim. é que eu sempre gostei de você, mesmo de longe, mesmo sem saber o seu nome.
- posso só saber de onde você me conhece?!
- do ponto de ônibus.
- mas eu nunca te vi por lá. não repare, eu sou sonsa mesmo.
- eu já percebi. até mesmo porque uma pessoa esperta não iria perder o ônibus todo dia só pra não parar de ler.
- e eu pensei que ninguém percebia isso. você sempre esteve lá?!
- todos os dias. até que você sumiu. fiquei preocupado e com saudade. com isso passei a vir na porta de sua casa todos os dias, mas como estava tudo sempre apagado eu não chamava. e também não teria o que dizer.
- é, mas então por que fez isso hoje?!
- porque eu sabia que você estava em casa. e a minha amiga disse pra eu fazer.
- ah, então você faz aquilo que sua amiga diz pra você fazer?!
- só quando eu quero. é que às vezes preciso de alguém pra concordar comigo.
- sem problema. me desculpa o jeito indelicado, é que eu não estou muito social.
- posso perguntar o que aconteceu?! e por que você sumiu do ponto de ônibus?!
- eu gostaria de deixar esse assunto pra outro dia. você tem horas pra ir?!
- não, estou de férias.
- ótimo, precisava mesmo de uma ajuda com isso.
(ela mostrou-me a situação da sala, como se eu já não tivesse percebido)
- claro, o que quer que eu faça?!
então, foi assim que eu conheci a tal menina do ponto de ônibus. ainda não sei o seu nome. passei a tarde e uma parte da noite. quando o relógio marcou vinte três em ponto, me levantei e fui embora. esperando pelo dia vinte quatro.

# eu quero ser outra pessoa qualquer.

segunda-feira, 14 de dezembro de 2009

imaginação.

domingo, 13 de dezembro de 2009

alfa e ômega.

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às vezes eu procuro coisa onde não tem. quero soluções prática e fáceis, como todos. me esqueço de que pra certas coisas é necessário dedicação/tempo/paciência. sinto vontade de pegar e fazer do meu jeito (errado). depois de um tempo vejo a besteira que fiz.
ainda bem que ele tem toda a paciência do mundo comigo. me dá toda a liberdade possível. o seu amor por mim não altera nunca.
ele fez/faz/fará sempre A diferença na minha vida. com ele eu tenho um colorido a mais. um sorriso diferente e uma razão diferente pra continuar sorrindo, mesmo quando os olhos estão jorrando lágrimas e mais lágrimas.
com ele as coisas acontecem no tempo exato. nem antes, nem depois. sempre pontual, sempre presente, sempre firme e fiel.
eu nunca encontrei e sei que nunca encontrarei palavras certas e exatas pra falar um pouco se quer do que ele realmente é, do que ele realmente representa pra mim. sou pequena demais, mas isso não faz diferença pra ele, na presença dele sou uma gigante, sou vitoriosa e valiosa.
o meu amor maior. a minha motivação pra continuar saindo da cama todos os dias. a razão pela qual eu ainda respiro e tenho esperança. só de falar/pensar nele o meu coração queima, a minha alma se alegra e os olhos fazem questão de tornar tudo público. *o*

# vou avançar, eu vou crescer.!

[a]normal


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vou pendurar meu coração em uma corda,
jogar ele no abismo.
quem sabe eu não te 'pesco' :)

sábado, 12 de dezembro de 2009

just.

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eu queria saber o melhor jeito de te dizer que acabou.
mas o fim não é fácil.
meu coração chora, assim como o seu futuramente irá chorar.
melhor chorar agora do que viver chorando sem motivo.
eu não quero alongar sofrimentos.
sei que será tenso pra você, que sempre esperou e quis mais de mim.
não vou dizer: eu te avisei. porque sei que esse conjunto de palavras só faz doer mais ainda a ferida.
será que um 'sinto muito' ajuda?!
é, sei que não.
desculpa, estou aqui arrumando palavra e inventando moda sem necessidade alguma.
o fato é: acabou.
eu quero outro, não que você não seja bom pra mim - e olha que entrando naquele clichê 'não é você, sou eu'. desculpa-me.
siga em frente, vá pra direita, pra esquerda, volte e comece de novo. mas dessa vez será sozinho.
meu caminho agora é outro e eu já arrumei uma companhia nova - saudade.

# just stay strong.

sexta-feira, 11 de dezembro de 2009

quinta feira.

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pisar na areia da praia nunca foi tão bom como ontem. mesmo de tênis eu sentia os grãos de areia -que entravam pela meia. caminhei bem perto do mar, sentindo aquele cheiro que convidava para um mergulho, mas eu não aceitei. estava de tênis/meia e calça jeans.
meus passos eram lentos, eu não tinha nenhuma pressa de chegar em casa. precisava respirar sozinha, ouvir o silêncio e conversar com as ondas.
era um fim de tarde cinza. com ventos gelados.
estava tudo do jeito que eu gosto, e ficou melhor ainda quando me encontrei com ele.
nos sentamos na areia e ficamos procurando assunto, coisa que não iria faltar, já que havia uma saudade a ser contida. anos sem um encontro se quer.
ele falou sobre a faculdade e sobre os trabalhos que ele exerce na igreja. contou que se mudou e por isso sumiu. disse que ainda guardava minhas cartas/meus bilhetes, o que me fez corar no ato.
eu falei com ele sobre os meus problemas familiares e do trabalho, no começo fiquei com vergonha e disse:
- sásenhora, tanto tempo que a gente não se encontra e eu só sei falar de problemas, desculpa. ><'
- ah, pode parar com isso. pode continuar. já percebi que é disso que você está precisando.
então, continuei a contar tudo aquilo que eu estava passando/vivendo nos últimos dias. não acreditava que eu estava expondo os meus problemas de casa com alguém, essa é a coisa mais difícil de acontecer, mas aconteceu.
ele ouvia tudo sem qualquer expressão de fadiga. se mostrava preocupado mesmo. pensei: só pode ser um sonho.
quando terminei já estava com os olhos vermelho e deitada no ombro ele, precisava esconder meu nariz vermelho.
mudamos de assunto, ou melhor, voltamos ao passado. da época que éramos 'namorados'. ah, como aquilo foi legal. rimos tanto um do outro. levantamos e continuamos andando pela areia, sem rumo e sem pressa.
voltamos pro calçadão, tomamos uma água de coco e fomos embora. ele me acompanhou até em casa. ele pegou o meu msn e o meu número de telefone, só que eu esqueci de fazer o mesmo ;~
ele se foi, prometendo que qualquer dia iria aparecer.
agora eu fico aqui esperando esse qualquer dia chegar. *o*


# eu tenho uma doce canção.

quinta-feira, 10 de dezembro de 2009

metamorfose ambulante.

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se tem um assunto que eu sempre gostei de falar, esse assunto é: eu :)
estou sempre tentando me ver pelo lado de fora (?), com outros olhos ou sei lá como. reparo nas minhas atitudes com as pessoas, faço uma analise do meu dia - das coisas que fiz ou deixei de fazer. estou sempre procurando ser gentil com quem eu encontro na rua - um segredo: minha vontade é de sentar com um estranho e contar a minha vida e ouvir a vida dele, chorar, comer e depois ir embora, só levando comigo as doces lembranças daquele encontro casual.
eu continuo sendo a neta da vovó, que não sabe cozinha direito e nem faz ideia de como se lava uma roupa. ainda tenho uma aversão ao salto alto - creio que isso não irá mudar nunca. sou a mesma chorona de sempre - a diferença é que agora eu nem me importo mais com o local, deixo as lágrimas correrem soltas pelo meu rosto. eu ainda sonho em morar em são paulo.
deixei de falar que sertanejo é música de corno - afinal eu constantemente estou ouvindo e a culpa é do otávio ;x . aprendi a gostar de los hermanos - tem dias que eu passo ouvindo só música deles. percebi que vestido é uma coisa boa e confortável - só preciso me lembrar disso quando for sentar. descobri que mesmo com toda tecnologia que existe as pessoas ainda curtem receber uma carta escrita à punho - e isso é gostoso demais. descobri que bebedouro é uma coisa nojenta demais - e faz anos que eu deixei de usar, morro de sede mas não bebo.
já não me importo mais com a hora de dormir. atóron ficar segundos/minutos/horas conversando com alguém, ouvindo alguém. resolvi abrir mão de certos preconceitos que só afastavam as pessoas de mim. tem quem diz que hoje eu estou liberal demais, vásaber. mas, ainda tenho minhas tradições, das quais eu não abro mão.
ver a vida por vários ângulos, esse é o segredo.
fiz vinte anos há uma semana e pouca coisa mudou, ou mudou e eu ainda não percebi. de fato eu só irei perceber/notar essas mudanças quando eu estiver pra completar vinte um - isso sempre acontece.
unhas grandes não me satisfazem mais, só que ainda uso, o motivo agora não é a vaidade e sim a preguiça de cortar e lixar ._. ah, eu também passei a usar esmalte vermelho, coisa que antigamente para mim era um escândalo ;x
pois é, os dias vão vindo e indo. as mudanças vão acontecendo, algumas devagar/de leve sem fazer barulho/alarde e quando paramos pra ver, pronto, tá feita. já outras são notórias e trazem consigo um certo desconforto.
é isso. acordo todos os dias e sinto que algo mudou, nem que seja um fio de cabelo que caiu durante a noite ou então aquela antiga árvore que ganhou uma podagem nova.

# agora, o oposto do que eu disse antes.

palavras e palavras.

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o final do ano se aproxima a cada dia que a lua aparece e o sol troca de lugar. todos já fazem planos mil pro próximo ano, eu não estou fora dessa lista. alguns já desanimaram e jogaram a toalha antes mesmo do 'juiz' apitar o jogo e dizer: acabou.
é engraçado olhar os meus primeiros textos aqui e ver que eu mudei demais. no mesmo período no ano passado, eu me encontrava aqui reclamando rios da vida/do ano/de tudo. já contava desesperadamente o dia que o primeiro de janeiro iria chegar e trazer coisas novas pra mim. eu reclamava e dizia que final de ano só rola falsidade, que o natal de hoje em dia é falso e blábláblá. hoje eu olho e penso: como eu era ridícula e desiludida. sinto um orgulho enorme ao me ver hoje, cheia de esperança e certeza de que coisas boas sempre estão acontecendo. mas infelizmente nem todos acham/pensam assim.
dizem que eu sonho demais, idealizo demais as coisas. pode até ser verdade, mas é melhor ser assim do que assado /oi?!
não acredito que o mundo esteja completamente perdido. ainda acredito nas pessoas e a cada dia vejo que acreditar/confiar em alguém vai muito além de um simples segredo.
durante um bom tempo eu neguei sentimentos, depois de um tempo resolvia assumir e então acabava caindo do meu cavalo preto ;~ a raiva vem, isso é inevitável, só que ela não pode permanecer, até mesmo porque isso só fará mal pra quem a cultiva dentro de si. sou mil vezes virar a cara, falar minhas besteiras e depois de um tempo ir lá, abraçar e pedir perdão. deixar o perdão vir e acontecer.
como sempre eu nunca falo nada com nada, mas sei que daqui umas semanas eu irei ler e verei o quão sentido todas as palavras tem.

# no ano que passa, no ano que vem.