quarta-feira, 31 de março de 2010

além do que se vê.


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sabe aquela vontade que só cresce dentro de você?!
tem vezes que eu chego a pensar que não irei suportar por muito tempo, pois vontade que é só vontade perde a graça. mas, no meu caso ela não se perde. ela se encontra com outros ingredientes.
chego a pensar que no fim terei um bolo, de tanta mistura.
mistura dos melhores sentimentos com as melhores sensações *-*
toda vez que eu sonho com a concretização disso tudo, percebo que o sonho é apenas uma amostra grátis de tudo que irei viver.

- tudo tem o seu tempo determinado, e há tempo para todo o propósito debaixo do céu.
[eclesiastes 3.1]

# a estrada vai além do que se vê.

terça-feira, 30 de março de 2010

no one.


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ninguém me ama.
ninguém me quer.
ninguém me ouve.
ninguém me lê.
ninguém me compreende.
ninguém me aceita.
ninguém me perdoa.
ninguém me espera.
ninguém me curti.
ninguém me elogia.
ninguém me enxerga.
ninguém quer casar comigo.
ninguém me beija.
ninguém me abraça.
ninguém me deseja.
ninguém me acompanha.

# nem tudo que acaba aqui, deixa de ser infinito.

quinta-feira, 25 de março de 2010

nossa canção.


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o sorriso mais lindo e brilhante.
a sinceridade que eu gosto de ouvir.
o único conselho que eu sigo.
a música que sempre toca na minha mente.
o meu sentimento mais misturado.
a esperança de um amanhã perfeito.

tanta coisa já aconteceu, e o meu sentimento só não é o mesmo, porque hoje ele é bem maior do que era ontem ♥
quero todos os dias de minha vida ter você pra dividir/compartilhar: as alegrias/ tristezas/ abraços/ beijos/ lembranças/ saudades/ e até quem sabe um ponte de açaí =)
não me canso de agradecer por ter você e mais uma vez: eu te amo (L'

# aos poucos, tudo se encaixa.

palpite.


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- eu quero mais, sabe?!
não quero espera pelo acaso ou até mesmo depender da boa vontade do senhor tempo. nunca acredito quando alguém diz:
- se não foi é porque não era pra ser.
como assim?!
sou do tipo que pensa: cada ação causa uma reação. então, pergunto:
- que reação o silêncio irá me trazer?! que eco eu irei ouvir?!
já fui do tipo que vai devagar, hoje em dia, quero doses maiores ou até mesmo únicas, pra dizer a verdade eu acho que só quero.
não, eu não estou afim de deixar o barco correr solto, também não irei dizer que quero ter o controle - não sou boa o suficiente pra isso -, digo apenas que estou afim de ir e participar.
porque, quando eu chegar lá na frente e quebrar a cara, poderei ficar feliz (?), pois saberei que fiz algo, que quebrei a cara por culpa minha. que quebrei a cara tentando algo que poderia ter dado certo.
vai acontecer, isso não quer dizer que dará certo, só que irá acontecer. já é um bom começo, certo?!

# eu sinto a falta de você, me sinto só.

um desejo martelo.

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primeiro foi o despertador que tocou. me chamando, ou melhor, gritando que já era hora de levantar, pois a senhora rotina estava a me esperar. sim, como sempre ao invés de desligá-lo e sair da cama, eu peço mais cinco minutos e viro para o outro lado.
daí, o telefone vibra - só pra esclarecimento: meu celular vive no silencioso, não curto toque de telefone -, pensei que fosse alguma sms, só que o trem continuou a vibrar. atendi com a voz mais rouca do mundo.
- te acordei?!
- imagina.
- uê, você não vai trabalhar?!
- vou, pô.
não tinha mais jeito, eu precisava sair da cama. com o celular preso entre o ombro e a orelha, fui arrumando minha cama, ligando o pretinho e procurando uma roupa.
- você tem aula hoje?!
- ahan.
- até que horas?!
- até às 21hs
- enfo.
- por que?!
- ah, eu queria ir no cinema, vamos?!
olha a tentação aí, brasil.! 'o'
- assistir qual filme?!
- ah, eu queria assistir 'um sonho possível'
- é?!
- por que?! não vai dizer que já assistiu.
- já
- hm'
enquanto isso, o pretinho já estava ligado. entrei no site do cinema, precisa olhar o horário.
- nossa, acho não vai dar pra assistir esse.
- por que?!
- impossível eu chegar até 18:30
- procura outro então.
- tá
- olha, minha aula vai começar. olha os horários, escolhe um filme, mais tarde eu te ligo.
- tudo bem.
- beijo, tchau.
- beijas.
desliguei o celular. coloquei uma música e fui tomar banho.
coloquei uma roupa e fui tomar café, enquanto conversava com mainha.
depois de não sei quantos meses, hoje, fiz uso de uma coisa chamada: pente. estava mais do que atrasada, daí ...
mesmo atrasada fui caminhando devagar até o ponto. o trocador muito gentil, segurou minha pasta e meu livro.
tudo amanheceu melhor e ficou mais-melhor-de-ótimo depois que olhei o mar (:
pra quem leu isso aqui ontem, hoje acordei com vontade de postar, vontade de comentar, vontade de fazer mais uma lista de coisa.
só de pensar que amanhã é sexta, fico mais animada.

# eu vou/eu aceito/eu quero.

quarta-feira, 24 de março de 2010

the only exception

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acho que não preciso de ordem, de assunto ou até mesmo do nexo pra escrever esse texto.
hoje, acordei sem vontade de postar, sem vontade de comentar, sem vontade pra mais uma lista de coisas. confesso que no começo achei estranho - porque eu não sei você, mas eu me sinto vazia/inútil quando não posto ou comento nos blogs que eu sigo -, mas depois vi que isso pode acontecer a qualquer dia e acontece a qualquer momento.
enquanto caminhava pra casa da minha avó, ouvindo repetidamente a mesma música e ao mesmo tempo cantarolando outra com o coração, pensei e pensei. continuei um conto que só existe e acontece dentro da minha mente.
cheguei a pensar que ele poderia acontecer comigo, não custa nada querer.
parei pra analisar algumas situações. rever alguns conceitos. criar novas teorias.
não quero nada que dure muito tempo. sim, faço parte dessa sociedade que leva a vida no estilo instantâneo.
já me acostumei com o fato de que pouca coisa dura mais do que três minutos. são poucos os relacionamentos que seguem em frente depois de uma discussão. são poucas as amizades que suportam a verdade. pois é, tudo dura, às vezes, tão pouco e mesmo assim me marca por um tanto de tempo. talvez seja culpa da lembrança ou quem sabe da dona saudade.
a realidade é que hoje, mesmo sem vontade de escrever eu precisava fazer isso. passei o dia com dedos coçando e com uma vontade de gritar.
só não gritei, pois não são todos que podem ou querem ouvir o que tenho a dizer. pra ser bem sincera, hoje a minha vontade não era de estar aqui escrevendo algo que (quase) ninguém irá se importar ou até mesmo ler, queria mesmo era sentar no meio-fio, conversar com um estranho. falar pra ele sobre tudo o que eu penso, contar meus segredos obscuros, falar sobre minhas vergonhas, dizer a verdade que eu sou obrigada a esconder. queria confiar a um estranho, coisas que eu não conto nem pra minha mãe ou até mesmo pra lívia. com certeza, esse estranho ouviria tudo e em momento algum iria me julgar ou dizer que eu estou errada. pois, quando os fatos são ditos por mim, eles ganham a minha interpretação e foda-se a realidade. conto do jeito que eu quero, me faço de vítima ou até mesmo de heroína.
não, eu não encontrei esse estranho, ou quem sabe esse estranho se encontra do outro lado da tela, lendo e querendo vir até mim. me ouvir, me acalmar, me oferecer um ombro pra deitar e até mesmo um lenço pra eu chorar.
passei o dia a ouvir uma mesma música. passei o dia a tentar acreditar naquela música.
às vezes, o que eu preciso é só acreditar. mas, quem disse que isso é fácil?!
às vezes, o que eu preciso mesmo é enxergar. mas, quem disse que só se enxerga de olhos abertos?!
às vezes - eu gosto de dizer isso - às vezes.
já nem tenho mais o que dizer, mas continuo escrevendo porque gosto do barulho que minha unha faz quando bate no teclado. falando em unha, eu me orgulho muito das minhas, sem modéstia alguma são as mais lindas que eu conheço e olha que eu nunca fui em uma manicure - eu tenho medo.
mas, chega de barulho. chega de adiar o ponto final.

# leave me of some kind of proof it's not a dream.

terça-feira, 23 de março de 2010

um mais, a mais.


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mais um sonho que se vai.
mais um 'pra-sempre' que morre dois dias depois.
mais um coração partido.
mais uma mágoa pra manchar a alma.
mais uma lágrima que corre pelo corpo.
mais um sorriso que ilumina.
mais um jogo perdido.
mais um grito de agonia.
mais um pedido de socorro.
mais um fim.
mais um começo.

# uma mistura de vício com preguiça.

aconteceu de novo.

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estou em cima do muro - de novo.
olhando para um lado e depois cobiçando o outro. os dois lados são tão atraentes e convidativos, por que não posso quebrar o muro e juntar os lados?! seria tão mais prático '-'
eu sei, não seria.
porque de fato, às vezes precisamos escolher um lado e por lá ficar.
e é nessa hora que a coisa fica só um pouco T-E-N-S-A ;~
se eu pular para o lado A e depois querer o lado B, ou se acontecer o contrário?! .-.
será que eu posso pular para o lado B e quando me cansar pular para o lado A?!
tudo bem, eu já sabia que a resposta seria: não.
estou confusa, o que nem é novidade.
em situações assim o que é mais importante?! o que deve ser levado em consideração?! o que deve ser pesado?! o que?!
obrigada, mas eu não quero nenhum conselho. pois, no final eu não irei ouvir nenhum, a não ser o meu próprio.
como da outra vez, eu marquei um prazo. tenho até domingo pra escolher, até domingo. por enquanto eu estou sentada no muro, olhando para frente. mas, depois de domingo a coisa será diferente - assim espero.
voltarei na segunda com alguma novidade, nem que seja pra dizer:
- andei sobre o muro e resolvi ficar do lado C '-'

# ai ai, joga seu charme e vai embora.

sertanejo.

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'falei pra ele que o que eu sinto é infinito,
mostrei pra ele que do meu lado é o paraíso,
vem incendeia esse meu peito com paixão.' ♪

segunda-feira, 22 de março de 2010

só (...)


'só de querer, já o tenho.
só de pensar, já o imagino.
só de sonhar, já o realizo.
só de ir, já volto.
só de somar, já perco.
só de sentir, já me arrepio (:

talvez um sonho.

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ele havia se mudado há poucos dias pra mesma cidade que ela.
o primeiro encontro aconteceu no sábado a noite, ela foi se encontrar com o mesmo grupo de amigos e notou que tinha alguém novo.
sim, era ele.
quando o viu, sentiu algo divertido/inédito (?). sabia que já tinha visto aqueles olhos verdes em algum lugar e aquele sorriso lhe era familiar. ela só não se lembrava de onde.
rolou a apresentação, os três beijinhos e aquele abraço distante.
ela sentia seu rosto queimar e sabia que ficava corada só de olhar pra ele.
como todo sábado, seus amigos tinham por costume frequentar uma antiga praça no final da rua sete, porque lá não tinha vizinhança pra reclamar do barulho que eles comumente faziam.
cada um levava alguma coisa, essa noite eles tinham: um violão, algumas cervejas, um banco imobiliário e um perfil 3.
enquanto ele ficou junto dos meninos que cantavam, ela se sentou na mesa pra jogar perfil 3 como sempre, estava ganhando. aos poucos todos foram se juntando na mesma mesa, alguns ficaram em pé, outros se sentaram no colo. ela era tímida, mas quando estava jogando se esquecia disso. a cada acerto era um grito e um sorriso, o que chamava a atenção dele. o jogo acabou e ela ganhou.
resolveram jogar de novo, mas dessa vez, seria em dupla, pois tinha bastante gente. o parceiro de jogatina dela não estava presente, então o menino dos olhos verdes ocupou o lugar dele, pra azar/sorte dela.
a nova dupla estava se saindo muito bem. no começo, quando eles acertavam só rolava um olhar - que dizia várias coisas -, mas depois, cada acerto era um abraço.
não, eles não ganharam, só que mesmo assim, rolou um abraço de consolo (?).
ela se levantou e foi para a outra mesa, não estava mais afim de jogar. ficou de lá, observando ele. e quando resolveu que ía embora, ele chegou e se sentou do lado dela, com uma câmera na mão, disse:
- posso tirar uma foto com você?!
- tem certeza disso?!
ela não gostava de tirar foto, tinha vergonha.
- tenho.
ele chegou mais perto, e quando viu já estava bem próximo do rosto dela.
foram tirando fotos e mais fotos.
sim, ela já tinha perdido a vergonha e estava fazendo caras e bocas - como sempre.
foi quando ele parou e ao invés de tirar a foto, ficou olhando pra ela.
ela se virou, queria saber o motivo dele não ter batido a foto.
- cansou?!
- não de você.
e sem se preocupar com nada, ela deixou que os lábios deles se encontrassem, depois disso, se levantou.
estava indo embora, quando sentiu um braço a puxando de volta (...)


# sim, uma única dose me basta.

sexta-feira, 19 de março de 2010

amado.

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não sei você, mas eu comumente não sonho quando vou dormir muito cansada. quer dizer, não sei se eu sonho, só sei que de nada me lembro, então digo que não sonhei. confuso, né?!
ainda bem que toda regra tem sua exceção '-'
e a madrugada passada, foi dia dela aparecer.
eu praticamente desmaiei, porque o relógio marcava 01:30 e lá estava eu terminando de arrumar um trabalho de metodologia que eu havia deixado pra última da última hora.
não sei quanto tempo se passou, só me lembro que começou.
acordei com a lembrança de ter tido um sonho maravilindo com ele *--*
sim, eu queria ter detalhes pra contar. dizer como foi, mas a única coisa que me lembro é isso: que foi maravilindo e eu quero de novo (:
não sei você, mas eu gosto muito de sonhar e o gosto fica maior quando é com gente que faz meu chão tremer.
eu poderia ficar triste por não lembrar, só não fico, porque sei que outros virão *o*

# meus melhores beijos serão seus.

quinta-feira, 18 de março de 2010

uma parte de mim.

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eu quero.
pensando melhor, não tenho certeza.
sim.
pensando melhor, não tenho certeza.
agora.
pensando melhor, não tenho certeza.
sim, vamos.
pensando melhor, não tenho certeza.

e é assim que eu sou. nunca tenho certeza de nada, mas mesmo assim vou e faço. mesmo sem certeza digo 'sim' e às vezes 'não'.
antigamente, quando eu me arrependia de algo ou então via que tudo tinha sido só ilusão, eu pensava: fiz a escolha errada.
hoje, vejo que arrependimento faz parte da vida. que escolhas erradas, depois de um tempo trocam de lugar e viram escolhas certas.
talvez, eu esteja novamente sem certeza do que estou dizendo, pode acreditar, isso não seria novidade. são poucas as coisas das quais eu tenho certeza, e pode apostar, que o que sinto por você é uma delas.

# agora é de fato.